Em seu segundo livro sobre a arquitetura moderna na cidade, Juliana Suzuki historiciza uma forte caracterização do instinto de mobilização do londrinense: a Sociedade Amigos de Londrina (SAL), que atuou de 1947 a 1960.

Com a redemocratização pós-ditadura Vargas, empresários e profissionais liberais fundaram a entidade em 1946, para ''estudar e discutir os problemas que se relacionam com o progresso e a riqueza do município (...) bem-estar, segurança e conforto dos munícipes, propondo às autoridades constituídas os meios de resolvê-los e colaborando (...) leal e abnegadamente para a obtenção dos fins mencionados''.

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