Fraqueza, nódulos no pescoço e manchas pelo corpo como se fossem hematomas. Foram os sintomas que levaram a mãe do estudante Jeferson Pereira, 17 anos, a procurar um médico. Os exames comprovaram a leucemia. ‘‘Foi um choque. Não sabíamos muito sobre a doença. Ficamos apavorados’’, conta Maria Aparecida Silva Pereira, que tem outros dois filhos, um de 20 e outro de 24 anos.
  A mãe comenta que a força para encarar o problema que parecia ‘‘monstruoso’’ veio da médica do ICL. ‘‘Ela olhou para mim e para o meu filho e assegurou que o tratamento ia tornar tudo melhor. Senti força e muita tranqüilidade naquela hora’’, revela Maria Pereira.
  Jeferson comparece toda semana ao ambulatório do ICL onde é medicado. No início, lembra, apresentava reação. ‘‘Mas ele é muito forte e ninguém diz que tem leucemia’’, comenta a mãe. Maria Aparecida destaca que a família tem peso muito grande no resultado do tratamento. ‘‘A gente tem que estar junto, não desanimar nunca, ter muita força e muita f钒, diz ela.
  A psicóloga do ICL, Lucirene Schetim Garcia Bogo, confirma: ‘‘Os pacientes dependem do apoio dos familiares. Precisam ter qualidade de vida e estar com auto-estima elevada para que o organismo reaja bem ao tratamento’’.

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