Marasmo e saudade nos dias de semana
Durante a temporada de verão, o comerciante Vilmar Kachuba conta nos dedos o momento de chegar o final de semana. É quando ele vai para sua casa, no Balneário Atami, e encontra com a mulher e os filhos. Nesta época do ano, Curitiba fica um marasmo total e eu sinto muita falta da minha família.
O fato se repete há 11 anos, entre o Natal e o Carnaval. Nestes dias de verão acabo saindo mais com os meus amigos. Evito ir direto para casa, pois não tem nada para fazer lá, a não ser assistir televisão, explica.
Nas últimas temporadas, ele tem contado com a companhia do filho mais velho do primeiro casamento de sua esposa, que tem 23 anos. Ele também está trabalhando e fica em Curitiba comigo, conta. Temos comida congelada no freezer, mas quase nunca fazemos as refeições em casa, por preguiça de limpar a louça depois, confessa o comerciante, que conta com a ajuda de uma diarista, uma vez por semana.
Eventualmente faço alguma coisa no micro-ondas, à noite, mas prefiro mesmo é comer fora, afirma. Ele geralmente frequenta o restaurante Fundo de Quintal, de propriedade de um amigo seu e onde costuma jantar com a família, durante todo o ano. No verão, é lá que eu faço meus aperitivos, encontro os meus amigos e fico batendo papo.





