Mania de colecionar entrega tribo
Parece haver uma grande diferença entre aquele nerd que acompanhávamos em filmes como os de Jerry Lewis ou em músicos como os da banda Weezer e os nerds de hoje. ''Ser nerd é ser virgem'', brinca Deive Pazos, um dos sócios do site Jovem Nerd.
Quando perguntados se eles mesmos estavam nessa condição, responderam no pique: ''Felizmente já passamos dessa fase e somos casados'', respondeu seu sócio Alexandre Ottoni. ''Pode-se dizer que um nerd é um aficionado'', retrata Pazos, agora falando sério. ''Outra característica forte é o consumismo e a mania de colecionar. Nerd de verdade sempre tem uma coleção, seja de action figures, quadrinhos, filmes, etc.''
Segundo a Wikipedia, ''o termo é utilizado desde o final da década de 1950 no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Na década de 1960, difundiu-se a sua conotação pejorativa, aplicado a pessoas com inteligência geralmente acima da média, com alguma dificuldade em se relacionar socialmente, e que não obedecem aos padrões, principalmente físicos e intelectuais, da sociedade tornando-se uma pessoa marginalizada, tímida e solitária''. ''Nerd tem cérebro e inteligência'', assume Borbs.
Outra prerrogativa que usam é o fato de que grandes nomes de hoje eram os nerds de ontem: ''Os nerds da década de 70, como Bill Gates, Steve Jobs e (o cineasta) Peter Jackson são as estrelas de hoje'', relembra Pazos. (M.B./A.E.)





