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Mais segurança para morar bem

Novidades em equipamentos de segurança aliadas a atitudes preventivas dos moradores podem garantir mais tranquilidade a todos

Lucas Catanho - Especial para a FOLHA
Lucas Catanho - Especial para a FOLHA


 

Mais segurança para morar bem
Folha Arte
 


Novas práticas de segurança em condomínios, casas e imóveis comerciais têm sido cada vez mais requisitadas pelos clientes em Londrina. Entre as empresas do setor o clima é de comemoração por alta de até 12% na procura pelos serviços neste ano em comparação a todo 2018. 
 



A PM (Polícia Militar), no entanto, destaca que as ações preventivas de segurança vão muito além da tecnologia instalada para evitar crimes e devem envolver práticas envolvendo condôminos, funcionários e a administradora ou o síndico (leia mais abaixo). 

 

Entre os condomínios horizontais, as novidades em equipamentos de segurança incluem centrais de cerca elétrica que identificam com maior facilidade as invasões e dão menos abertura a alarmes falsos, sensores de ruptura de muro, melhor qualidade das câmeras de segurança e automação de acesso dos moradores. 

 

Segundo as empresas, entre os condomínios verticais, uma das tecnologias que mais cresceu nos últimos tempos foi a portaria remota, tecnologia que preserva o porteiro de riscos. 

 

A maioria dos clientes procura a portaria remota para reduzir os custos, mas descobre que, além de baixar drasticamente os custos com portaria presencial, agrega um serviço de segurança monitorado 24 horas e um pacote de equipamentos de primeiro mundo que moderniza e facilita a usabilidade dos moradores desses condomínios”, destaca Leonardo Pantano, analista de segurança da Liberty. 

 

O consultor comercial da Masterseg, Eric Manoel de Souza, destaca que o condomínio vertical tem um perímetro de menor porte, então o cuidado é diferente. “Existe a necessidade de automatizar o acesso também, muitas vezes com tags, biometria ou reconhecimento facial”, destacou. 

 

Com relação às novidades no ramo de segurança de imóveis na rua, as empresas destacam que a chegada dos aplicativos no ramo é tendência. 

 

Antes era necessário ligar na empresa para saber sobre disparos e alarmes, mas hoje há sistemas integrados com aplicativo, sendo possível armar e desarmar o alarme pelo aplicativo, acompanhar histórico do disparo de alarme e muito mais”, destaca Eric. Além disso, as câmeras de segurança com acesso remoto se consolidaram. 

 

CUSTOS 

Segundo as empresas, os custos das tecnologias de segurança variam conforme o porte e complexidade do projeto – vão de R$ 1 mil a R$ 1 milhão no caso dos condomínios horizontais e podem chegar a R$ 500 mil nos condomínios verticais. 

 

“Para imóveis de rua, essas implantações são bem mais baratas. Com R$ 20 mil se faz uma implantação complexa de um bom projeto”, diz Eric. 

 

Em modalidades de contratos mais caros, o cliente não precisa desembolsar com a instalação. “O cliente arca apenas com a mensalidade do serviço”, acrescenta Leonardo. 

  

PREVENÇÃO 

Uma das dicas da PM para garantir a segurança em condomínios é a boa iluminação em todas as entradas. As entradas social, de serviço e garagem devem ser bem iluminadas e evitar objetos de decoração ou jardinagem que obstruam ampla visão do local à distância. 

 

Outra orientação é fazer uma seleção rigorosa do pessoal doméstico e do condomínio, com pesquisa da vida pregressa dos candidatos e verificação com fontes de referência. Além disso, segundo a PM, deve ser mantida a máxima discrição quanto aos valores guardados no apartamento. 

 

A Polícia Militar também alerta sobre a importância da realização de reuniões periódicas com os condôminos a fim de despertar a consciência para a segurança de todos. 



 
 

 

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