Maior preocupação é não satisfazer o parceiro
O brasileiro também tem uma série de receios diante do sexo. Chamados no livro de ''medos sexuais'', os homens é que apresentam os mais altos índices de medos, comparados com as mulheres. Os números só são semelhantes quando o assunto é contaminar-se com doença sexualmente transmissível (DST), engravidar ''sem querer'' e não ser aceito pelo parceiro(a).
No caso dos homens, o maior medo é não satisfazer o parceiro, índice maior até que o medo de se contaminar com DST. Mas o pior para eles é não conseguir ''dar a segunda''. Quase um terço dos homens se incomodam com isso.
E são muitos os fatores que interferem negativamente no desempenho sexual. Entre eles o cansaço, atividades diárias (rotina), pouco tempo, parceiro antigo, ansiedade, sexo com ''programação'', falta de atração e o terrível medo de falhar.
Homens e mulheres com dificuldades sexuais têm prejuízos (repercussão) em outras áreas da vida, como amor-próprio, auto-estima, relacionamento geral com a(o) parceira(o), trabalho, lazer, passeios relacionamento com os filhos e relacionamento social. Apenas cerca de um quarto delas não alegou nenhum tipo de reflexo da dificuldade sexual em outras atividades. Só 20% de homens e mulheres alegam não ter nenhum tipo de repercussão da dificuldade sexual em outras áreas da vida.(M.O)





