O lar abriga 170 mulheres. Para ser acolhida, é exigida a idade mínima de 60 anos, mas há exceções. São cerca de dez moças que vivem na casa desde jovens. Algumas têm deficiências físicas ou mentais, outras são apenas idosas. Cerca de 20% têm famílias que acompanham as moradoras como parceiros do lar. "São famílias que não têm condições de cuidar integralmente da idosa e usa o asilo para dar qualidade de vida àquela pessoa", explica o padre José Aparecido.
As demais são mulheres que não têm mais família, ou nunca tiveram, ou são muito pobres. O lar sobrevive com o apoio dos governos federal, estadual e municipal, dos parceiros e doadores regulares e ocasionais. A lista de espera já está em cerca de 200 nomes, sendo que alguns deverão serão acolhidos com os novos espaços proporcionados pela reforma e pela construção, pelo governo do estado, de cinco casas lares que abrigarão as moradoras mais independentes.
A instituição é mantida pela Ação Social do Paraná, membro da Cáritas Brasileira, da Arquidiocese de Curitiba. As idosas são atendidas em três modalidades: casa lar, centro integrado do idoso e centro dia - cerca de 25 mulheres que retornam para suas famílias no fim do dia. (M.R.M)

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