Da Redação
Ao ampliar e consolidar suas conquistas, como o único jornal paranaense de cobertura e circulação estaduais, a ‘Folha de Londrina/Folha do Paranᒠdeve fazer crescer ainda mais seu faturamento publicitário a partir de 2000. A perspectiva é de avanço maior do que os especialistas prevêem para o PIB brasileiro, e acima da evolução dos investimentos publicitários na Região Sul, no ‘meio jornal’, que deverão girar em torno de US$ 132 milhões – cerca de R$ 234 milhões, em valores de hoje.
A avaliação, baseada em números da empresa e do mercado publicitário, é do diretor comercial da ‘Folha’, Lélio Almada Vicente. ‘‘A ‘Folha’ se prepara para o novo milênio (a partir de 2001) mantendo com o leitor e o anunciante, seus parceiros, o compromisso de seriedade e ética’’, afirma. Segundo Lélio Almada, a partir do próximo ano a ‘Folha’ vai agregar novos produtos a seu mix editorial e ampliar a cobertura estadual, tanto editorial quanto comercialmente. ‘‘Vamos manter nosso compromisso de sermos o melhor jornal do Paraná.’’
Com circulação em 499 localidades paranaenses – mais São Paulo, Mato Grosso do Sul e norte-catarinense –, a ‘Folha’ compromete 94% de sua circulação com seus assinantes. Trata-se de um caso único de fidelidade no Estado, o que garante a leitura do jornal, nas empresas ou em casa, por uma média de 3,5 pessoas. ‘‘A ‘Folha’ leva o hábito da leitura a toda a família, que reconhece seus predicados’’, diz Lélio. Isso é assegurado pelo fato de o jornal ser o único verdadeiramente cadernizado na imprensa paranaense, oferecendo noticiários específicos que contemplam da política a temas da juventude, da economia ao turismo, dos esportes ao mercado imobiliário e assim por diante.
‘‘Pelas características do jornal e pelo perfil de seu leitor, de bom padrão cultural e poder aquisitivo, a ‘Folha’ é o veículo ideal para o anunciante’’, destaca Lélio Almada. ‘‘Na ‘Folha’, o anúncio tem maior visibilidade e é realmente encarado como informação pelo leitor.’’ A isso se agrega o novo perfil do Paraná, ‘‘que nos últimos anos deixou de ser eminentemente agrícola, com uma economia pendular’’.
O Estado, agora, vive um intenso processo de industrialização, em todas as suas regiões, provocando, em escala, um crescimento do potencial de consumo de sua população. Com 9 milhões de habitantes e localizado estrategicamente no coração do Mercosul, o Paraná tem um PIB de US$ 50,7 bilhões (o 6º do país) e uma renda per capita superior a US$ 5 mil por ano. Trata-se de um mercado inesgotável.
Para se ter uma idéia, o Índice Potencial de Consumo (IPC) paranaense – avaliação da riqueza de cada região –, medido pela empresa Marplan, é um dos mais altos do País. Em Curitiba, o IPC é de 1,342 e, em Londrina e cidades do interior, chega a 2,109. ‘‘Diante desse novo cenário, a Folha é o jornal mais credenciado a figurar como o veículo ideal para o anunciante’’, diz Lélio Almada. ‘‘Nossos leitores são um testemunho disso.’’

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