Bal­neá­rio Cam­bo­riú - Lo­ca­li­za­da em uma pe­que­na ­baía, a ­praia de La­ran­jei­ras pos­sui ­águas tran­qui­las, pró­pria pa­ra ba­nhos e es­por­tes náu­ti­cos. A ­praia é con­si­de­ra­da ­ideal pa­ra aque­les que pos­suem fi­lhos pe­que­nos, já que o mar não pos­sui on­das. O úni­co in­con­ve­nien­te é que o vi­si­tan­te de­ve che­gar ce­do. Is­so se não qui­ser dis­pu­tar es­pa­ço na ­areia com ou­tros fre­quen­ta­do­res.
  A ­praia é to­ma­da por pes­soas das ­mais va­ria­das lo­ca­li­da­des e na­cio­na­li­da­des, é tam­bém des­ti­no fi­nal do Te­le­fé­ri­co do par­que Uni­praias, um dos aces­sos ao lo­cal. Ou­tra pos­si­bi­li­da­de de aces­so é pe­la ro­do­via In­ter­praias - a ­praia fi­ca a ape­nas ­seis qui­lô­me­tros do cen­tro de Bal­neá­rio.
  Em La­ran­jei­ras, o tu­ris­ta po­de se de­pa­rar com bu­ca­nei­ros pron­tos pa­ra sa­quear e se­ques­trar a don­ze­la ­mais in­de­fe­sa. Mas não se as­sus­tem, tra­tam-se de gar­çons de um dos res­tau­ran­tes da ­praia que ­além de ser­vir os clien­tes en­tre­tem os cu­rio­sos. O ­trio de pi­ra­tas pro­por­cio­na ri­sa­das e mo­men­tos cons­tran­ge­do­res aos vi­si­tan­tes - os de­sa­vi­sa­dos po­dem até se cho­car com as ati­tu­des gros­sei­ras do ­trio. Va­le lem­brar que se tra­tam de pi­ra­tas, ho­mens des­pro­vi­dos de quais­quer edu­ca­ção.
  A ­praia é tam­bém des­ti­no do ‘‘Bar­co ­Pira-ta’’, uma es­cu­na te­má­ti­ca que pro­por­cio­na um pas­seio obri­ga­tó­rio pa­ra ­quem ­quer ter ou­tra vis­ta da ­praia. As saí­das dos bar­cos são fei­tas na par­te sul de Bal­neá­rio Cam­bo­riú, na ma­ri­na lo­ca­li­za­da no Rio Cam­bo­riú. O pas­seio du­ra apro­xi­ma­da­men­te uma ho­ra. Ao lon­go do tra­je­to, bu­ca­nei­ros en­ce­nam lu­tas e bus­cas a um te­sou­ro ima­gi­ná­rio. Pas­seio per­fei­to pa­ra uma tar­de de sol.

Exu­be­ran­tes
  Ta­qua­ras e Ta­qua­ri­nhas são ou­tras ­duas exu­be­ran­tes ­praias da me­tró­po­le bal­neá­ria. Lá é pos­sí­vel to­mar ba­nho de mar, ape­sar da ­água ser in­di­ca­da pa­ra a prá­ti­ca de ­surf (­praia de on­das), mui­tos se ar­ris­cam a en­trar na ­água.
  Pris­ci­la Fer­rei­ra, fre­quen­ta Bal­neá­rio des­de sem­pre. ‘‘­Meus ­avós mo­ram ­aqui, sem­pre vi­nha pas­sar a tem­po­ra­da com ­eles em ­Balneário’’. Ho­je, a pro­fes­so­ra de ba­lé apro­vei­ta a ­praia com ­suas fi­lhas. E a es­co­lha, se­gun­do ela, é a ­praia de Ta­qua­ras, on­de po­de se di­ver­tir com as fi­lhas e apro­vei­tar a tran­qui­li­da­de da ­praia.
  ­Suas fi­lhas, Ma­ri­na Si­mões, Isa­bel­la Si­mões e Ju­lia Fer­rei­ra, não têm do que re­cla­mar quan­do se tra­ta de tran­qui­li­da­de. A ­praia é pou­co fre­quen­ta­da por tu­ris­tas, o que au­men­ta os tão dis­pu­ta­dos es­pa­ços na ­areia. (C.E.K.)

mockup