Negligência na hora do tratamento e pelo menos dois anos convivendo com a dor. A estudante e jogadora infanto-juvenil do Londrina Vôlei Clube, Nayara Balbino, admite a falta de rigor mas garante que na hora em que está na quadra esquece do problema que atinge os dois joelhos.
Nayara joga vôlei desde os 12 anos. As dores teriam começado aos 14. Ela confessa que com frequencia não segue a risca o tratamento e as dores voltam. Ela já chegou a ficar três semanas sem poder jogar. Agora os treinos com bola já estão liberados, mas o trabalho de muscalação deu lugar a fisioterapia na rotina da jogadora.
''A dor faz parte do uniforme do atleta'', argumenta o auxiliar técnico do Londrina Vôlei Clube, Emamuel Teste. Ele diz que se busca sempre conseguir o melhor do atleta e que as lesões são inevitáveis. (J.W)

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