Frio perigoso 1
Baixa temperatura é sinônimo de muito casaco. As blusas de lã que estavam escondidas nas gavetas voltam a aparecer nas ruas, além do cachecol, das luvas e das meias de lã. É importante não esquecer de lavar as peças de roupa antes de usá-las. Como ficaram guardadas por muito tempo, o acúmulo de pó e a possibilidade de alguma traça ou aranha ter passado por ela é grande. No mínimo, é necessário deixá-la exposta ao sol. Ainda é possível reservar as peças que não são mais usadas e doar para alguma instituição.

Frio perigoso 2
No transporte público, todos se aglomeram pela falta de espaço e ônibus disponíveis. Se no calor as janelas não são suficientes para arejar o ambiente, no frio os usuários deixam elas fechadas para não entrar muito vento. E o risco das doenças respiratórias aumenta. Ainda mais com os descuidados que tossem e espirram sem ao menos proteger a boca.

Frio perigoso 3
A frente fria diminui a vontade das pessoas comerem frutas e verduras e tomarem água. Para não diminuir a quantidade de proteínas dos alimentos e de hidratação do líquido, é necessário encontrar outras alternativas. Uma boa opção é substituir as verduras cruas por legumes cozidos, servidos ainda quentes. Se a água parece uma opção fria, os chás e o chimarrão ajudam a esquentar as manhãs.

Frio perigoso 4
Se esquentar a cama na hora de dormir está cada vez mais difícil, use a ajuda de uma bolsa de água quente. Muitos se esquecem desse artifício utilizado pelos avós. A bolsa ajuda a deixar os pés quentes durante toda a noite e é vendida em diversas farmácias. Algumas opções menores são ideais para levar até o trabalho e esquentar as mãos durante o dia.

Problema antigo
Já foi publicado por diversas vezes no Impressões o problema das fezes de cachorros pela Rua Sete de Setembro, sentido centro-bairro, a partir da Praça do Japão. Os donos dos animais resolveram se conscientizar e agora levam sacolas plásticas para resgatar a sujeira. O problema é que largam o pacote no primeiro poste que encontram. Qual a vantagem?

Energia
O frio espanta as pessoas que caminham diariamente nos espaços públicos de Curitiba. O movimento diminuiu no Jardim Botânico e no Parque Barigui. Mesmo assim alguns ''guerreiros'' não desanimam. Ontem foi possível encontrar diversos idosos caminhando às 6h30 no Jardim Botânico, munidos de cachecol, luva e muita blusa. Azar de quem é obrigado a abrir o parque.

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