Falta pouco
A Rodoferroviária de Curitiba possui diversas adaptações na estrutura do prédio para receber deficientes físicos e cadeirantes. Os banheiros têm espaço reservado para quem utiliza cadeira de rodas, elevadores fazem o trajeto de quem não consegue subir escadas, telefones mais baixos para os que não alcançam e o estacionamento possui vagas especiais, com rampas próximas da saída. Para ser um lugar totalmente inclusivo falta pouco, como por exemplo bebedouros mais baixos, informações em Braile e profissional que domine a língua dos sinais.

Calçadas
As calçadas em frente à Rodoferroviária também precisam de ajuste. Suelen Aparecida Pacheco é cadeirante e enfrenta dificuldade na hora de se locomover na região.

Passagens
Os guichês para venda de passagens fica do lado de fora do prédio da Rodoferroviária, mas os usuários não reclamam. Segundo a agente comunitária de saúde Miriã Dross, de Guaratuba, é melhor que o local seja em espaço aberto. "Nos dias de movimento tem muita gente e se fosse em lugar fechado seria quente e haveria propagação de vírus como o da gripe".

Carrinhos
Também faltam carrinhos para auxiliar as pessoas com muitas bagagens. Atualmente um senhor faz esse serviço e cobra R$ 2,00 por mala.

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