IMPRESSÕES
Conterrâneo
Na semana passada um homem esbravejava o ódio que sente pelos curitibanos. Falava alto dentro do biarticulado da linha Santa Cândida/Capão Raso que as pessoas nascidas na capital paranaense eram difíceis de lidar, entre alguns palavrões. Detalhe: ele nasceu em Curitiba.
Luz, câmera, ação
Na quarta-feira, um jovem de aproximadamente 19 anos protagonizou momentos cinematográficos na Avenida São José, no Cristo Rei. Ele surgiu do nada e quebrou com o pé dois vidros da porta de um salão de beleza. Em seguida saiu correndo e subiu no capô de um carro. Como percebeu que estava sendo seguido por moradores do bairro, deu um pulo e foi parar no teto de outro carro. Depois destruiu algumas pequenas árvores da calçada, até que um segurança imobilizou o rapaz. Alguns lojistas já haviam ligado para a polícia, mas ninguém atendeu. Quando um deles conseguiu falar, o atendente disse que não sabia onde ficava a Avenida São José, o que despertou a ira das pessoas que estavam próximas. Ele só foi saber a região da chamada quando um senhor disse que ficava próximo ao Hospital Cajuru. A dona do salão gastou R$ 232,00 para consertar a porta. O rapaz, depois de ser agredido por alguns moradores da região, foi levado pela polícia.





