Dor de cabeça
A Rua Poeta Francisco Ferreira Leite, no Cristo Rei, possui apenas uma quadra, mas muitos problemas. Um deles é o grande terreno baldio que sempre está com o mato alto. O local abriga ratos e um homem que assaltou um táxi já se escondeu por ali. Um prédio da região deixa os sacos e latas de lixo na rua, enquanto o caminhão de coleta não chega. Os pedestres são obrigados a desviar do lixo. Os outros prédios criaram áreas próprias para armazenar os sacos. Por último, mas não menos importante, diversos carros estacionam na região, mesmo com a faixa amarela anunciando que o ato é proibido. Os carros que querem passar pela rua dividem espaço com os automóveis parados e também com os outros que transitam na direção contrária. Um dos edifícios pintou no chão uma vaga exclusiva para a diretoria do condomínio. Imagine se todo mundo tivesse esse direito.

Cartão postal borrado
A praça do Japão, recentemente reformada em homenagem ao centenário da imigração japonesa, ultimamente tem chamado a atenção pela falta de cuidado. Por parte da população mesmo. Os pequenos lagos artificiais onde ficam peixes e tartarugas andam cheios de lixo. Dia desses, até um cabo de vassoura boiava no local. Acompanhado de um pacote de salgadinho e latas de refrigerante. Detalhe: as cestas de lixo não ficam muito longe.

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