IMPRESSÕES
Dois estacionamentos lado a lado na Rua Marechal Floriano Peixoto, no centro de Curitiba, têm estratégias de vendas diversas. Um deles é coberto e cobra R$ 3,00 a hora. O vizinho deixa os carros no tempo, mas cobra R$ 4,00 pelo mesmo período. Parece ilógico? Ambos estavam lotados em uma tarde de quarta-feira.
Assim não dá
O curitibano até que tenta deixar o carro na garagem, mas os incentivos são cada vez menores. Uma linha de ônibus que liga dois bairros de classe alta chega a atrasar até 40 minutos em um horário de trânsito, supostamente, mais tranquilo. E, quando a paciência já está por um fio e o ônibus finalmente chega, o motorista corre a toda tentando recuperar o tempo perdido e joga os passageiros de um lado para o outro. Na ''brincadeira'', uma moça teve a mão machucada.
Em briga de marido e...
Na manhã de segunda-feira um casal de meia idade discutia dentro do biarticulado Pinhais/Rui Barbosa sobre o relacionamento entre homens e mulheres. Enquanto ele dizia em voz alta que mulher é tudo igual, dizendo não perder tempo com elas já que existem muitas por aí, a senhora retrucava falando que não se pode confiar em qualquer homem, pois são traiçoeiros. Detalhe: eles não eram casados e tinham acabado de se conhecer dentro do ônibus. Na despedida a mulher disse: ''Bom trabalho e vai com Deus''. Coisa de casal.
Coisa de homem
Quem pensa que homem não gosta de balé não esteve na última quinta-feira à noite no Teatro Guaíra, na apresentação do Lago dos Cisnes, da Companhia Russa Moscow City Ballet. Na platéia, homens de várias idades, de adolescentes a senhores grisalhos. E nenhum deles pareceu dormir no espetáculo.
Sono
Só quem dormiu durante a apresentação da Companhia Russa Moscow City Ballet foram algumas crianças, bem pequenininhas, de quatro ou cinco anos. Elas não aguentaram a peça dramática composta por Tchaikowsky.





