Desde o início da década de 70, quando o Hospital Universitário (HU) realizou o segundo transplante de rim do interior do País, Londrina começou a se firmar como pólo de atendimento nefrológico. Hoje, quase 400 pacientes renais crônicos, dependem de máquinas das duas clínicas da cidade para se manter vivos. Amenizar o desconforto desse tipo especial de paciente, que chega a passar 12 horas por semana ligado à máquina de hemodiálise, é um dos principais desafios de quem os trata. Instalados num espaço que privilegia a luz natural, com capela, biblioteca, salas de descanso, mural com fotografias de pacientes, seus filhos e netos, os pacientes têm a sua disposição durante a diálise, três canais de som, DVD e capacitação profissional constante. Essas são algumas apostas da Nefroclínica para melhorar o dia-a-dia no hospital. ‘‘Quando mudamos para cá, implantamos um programa de habilitação para preparar os funcionários a uma visão voltada para o humanismo’’, afirma o nefrologista Getúlio Amaral.

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