''Eu sou da época da Patrícia, todo mundo chamava Patrícia'', conta a advogada Patrícia Ortega Stankiewicz, 36 anos, que vive pela primeira vez a experiência da maternidade. Na hora de escolher o nome da filha ela rejeitou qualquer modismo. A inspiração para a pequena Karla Ortega veio de uma homenagem à sua tataravó, Carlota Ortega. O nome da criança já estava decidido mesmo antes do casamento. ''Já no namoro, sem pretensão de nada eu já avisei ele (o marido Stewon Stankiewicz) que o nome estava decidido'', brinca.
Na avaliação da advogada a população de um modo geral é muito influenciada pela mídia na hora de escolher o nome dos filhos. ''As celebridades colocam nomes simples aí o povo vai e copia'', diz.
Também foi uma homenagem aos antepassados que levou Fagner Zanlorenzi a batizar o filho recém-nascido como João Henrique. ''Henrique é o avô da minha esposa e João é o meu'', explica.
Outros decidem o nome depois de estudar o seu significado. A descendente de alemães Astrid Wedeljahm escolheu o nome Nathan para o seu segundo filho, que segundo ela significa ''dádiva do senhor''. Como são cristãos, ela e o marido escolhem nomes de personagens da Bíblia. (A.A.)

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