Curitiba - Se a brincadeira de homens na cozinha ganha dimensões cada vez maiores para os lojistas, engordando suas caixas-registradoras, o hábito de manusear receitas, panelas e caçarolas está ajudando eles a mudar de vida financeira. De uma simples reunião nas chamadas confrarias masculinas tem saído bons chefes. Foi assim que aconteceu com Walmir Ruth Júnior.
Ele foi músico por dez anos, mas sempre gostou de cozinhar. ''Meu segundo prazer sempre foi a gastronomia. Quando tinha jantares com nossa confraria, sempre era eu quem acabava fazendo''.
Das primeiras iniciações ao aprofundamento de técnicas e receitas veio também uma dica para encarar um curso profissionalizante. Passou por aprendizados como corte de legumes, cozinha clássica até aprender a sair e escolher os alimentos, tudo isso pensando nos custos e nos lucros. O curso de Chef de Cuisine - Restaurateur existe desde 2001 e já formou 400 pessoas 55% homens.
Passados hoje dois anos que se formou, Walmir tem outra profissão. Montou um lugar de eventos em uma chácara perto da cidade e atende um público diverso. ''Faço desde aniversários de crianças até jantares à francesa'', conta.
O aluno que quiser se especializar para quem sabe no futuro ganhar um salário médio de R$ 5 mil, se for contratado para chef principal de um restaurante, tem que investir R$ 7.360,00. Mais informações sobre os cursos nos sites www.centroeuropeu.com.br e www.pr.senac.br. (A.C.G.)

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