Histórias de vilãs e mocinhas são retratadas em muitas novelas, filmes e livros. Aqui retrato mais uma. A mocinha, identificada como Donatella, e a malvada, a Flora (original, não?), trabalham na mesma empresa. Elas trabalham na mesma cidade e fazem parte da mesma equipe. Donatella é casada e possui um caso com o gerente. Flora é casada e sabe de toda a história, contada pela própria colega de trabalho. Até aí tudo bem.
Mas o trabalho de Flora começou a não apresentar resultados favoráveis para a empresa. O gerente ficou em cima e passou a prestar mais atenção na funcionária. Esta, sentindo-se acuada, usou uma tática no mínimo curiosa. Ligou para Donatella e perguntou detalhes sobre o caso fora do casamento. Donatella contou, mas após desligar desconfiou que a conversa havia sido gravada.
Preocupada, Donatella contou o caso para mais duas colegas. As três arquitetaram um plano para raptar o celular de Flora e ver se ela havia gravado a conversa. Dito e feito. Tudo gravado. As três apagaram na hora.
Em um evento da empresa, Flora perguntou para Donatella se ela havia visto alguém pegar o seu celular. Donatella não aguentou e começou a chama-la de dissimulada e falsa. As duas saíram do evento e começou a baixaria.
Flora acabou contando o que sabia para o vice-presidente da empresa. Poderá ser demitida. Donatella está arrasada, pois o marido descobriu tudo e agora quer se separar. Também tem medo de perder o emprego. O gerente passa pelo mesmo medo. E eu fico imaginando o derradeiro final desta história para dar início em uma famosa carreira como roteirista de novelas. A história seria um sucesso e eu mandaria beijinho doce para todo mundo.

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