As pipas nascem da tentativa frustrada de voar, quando o homem transferiu para um artefato de varetas, papel, cola e linha sua vontade intrínseca de planar, de alçar vôo de terra firme. O primeiro vôo ocorreu em torno de 200 anos a.C., na China. No Egito, hieróglifos antigos já contavam de objetos que voavam controlados por fios. Os fenícios também conheciam seus segredos, assim como os africanos, hindus e polinésios. Nos países orientais foi e continua grande a utilização de pipas com motivos religiosos e místicos, como atrativo da felicidade, sorte, nascimento, fertilidade e vitória.
Exemplo disto são as pipas de dragões, que atraem a prosperidade, de tartaruga (longa vida) e de coruja (sabedoria). Outros símbolos afastam maus espíritos, trazem esperança, ajudam na pesca abundante. As pinturas com grandes carpas coloridas representam e atraem o desenvolvimento dos filhos. A história ocidental das pipas data de muitos séculos, sendo utilizada como brinquedo, instrumento de defesa, arma, objeto artística e de ornamentação. Conhecida como pipa, papagaio, pandorga, barrilete ou raia, ela é uma velha conhecida das brincadeiras infantis e colaborou para várias descobertas científicas.

Fonte: Escola Atuação

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