Handebol busca massificação
A Unopar Londrina/Sercomtel faz um trabalho semelhante ao da Alga só que com handebol. O projeto foi piloto em 2010 e, no ano que vem, vai integrar a grade de oito escolas municipais de período integral de Londrina.
O trabalho começou na própria Unopar, com o mini handebol, para meninos com idade até dez anos. São 30 ao todo, divididos em equipes de cinco jogadores, com quadra menor e trave mais baixa em relação às medidas oficiais. Vamos levar para as escolas de período integral, ampliando para mais 250 moleques com idade de 8 a 10 anos, ressaltou o técnico do time principal e coordenador do projeto, Giancarlos Ramirez.
Ele conta que aproveita o trabalho para garimpar atletas para as equipes menores do clube. Na universidade, também funciona o projeto para 50 garotos das categorias infantil (13 e 14 anos) e mirim (11 e 12 anos). O armador-central do time adulto, Cláudio, e o goleiro do time júnior, Leandro Carreirinha, são os respectivos técnicos.
Carreirinha, revelado no projeto, ainda comanda um trabalho no Colégio Olímpia Tormenta, com cerca de 100 crianças com idade entre 12 e 17 anos. A ideia para 2011 é melhorar esse projeto para implantá-lo nas outras escolas, com o apoio da Secretaria de Educação, ressaltou Ramirez.
A equipe ainda mantém cinco pólos do Projeto Futuro em parceria com a Fundação de Esportes de Londrina (FEL). São mais 250 crianças jogando handebol e sendo treinadas por jogadores da equipe principal que cursam Educação Física.
Queremos popularizar a modalidade nos bairros e formar jogadores. O aluno vai crescendo, passa a ajudar a dar aulas, cria referências e isso é bom para a sociedade. Ajudamos o município a direcionar melhor essas crianças, que criam uma consciêcia diferente, resumiu Ramirez. (T.M.)





