Um relacionamento que data da juventude. E que permanece, vigoroso, nos dias atuais. O café-da-manhã ou uma conversa na sala de visitas, antes da rotina diária de trabalho e estudos, na residência do casal Romana Piazzalunga Cesário Pereira e Octávio Cesário Pereira Neto e de seus filhos, Octávio, Pedro, Giovanna e Rômulo, têm, como requisito, a Folha de Londrina no campo das negociações: quem vai ler o quê?
  ‘‘Somos leitores da FOLHA desde a década de 1970, quando iniciamos nosso namoro. Mais do que uma questão de hábito, ler a Folha de Londrina, diariamente, fazia parte da tradição de nossas famílias. Após nos casarmos, em 1985, nos tornamos assinantes, pois já não morávamos com nossos pais, onde podíamos desfrutar das leituras diárias’’, rememora o casal.
  Produtor rural, empresário do segmento da comunicação e cartorário, Octávio reserva, entre suas múltiplas atribuições, tempo para a leitura completa da FOLHA. ‘‘Ler jornais pela manhã faz parte de meu cotidiano. Aliás, não consigo sair de casa sem saber o que está acontecendo ao nosso redor. Nesse sentido, aprecio quase todos os temas abordados pelo jornal. Política, Economia, Cartas ao Leitor, Classificados e a Folha Rural, que circula aos sábados, não ficam de fora. Não deixo de dar uma passada pela coluna social também’’, revela.
  No rol das novas predileções de Octávio, no que se refere a acompanhar a FOLHA, a página 3 é requisito obrigatório. ‘‘Gosto dos temas por lá abordados. Na seção ‘Se Eu Fosse’ vemos as necessidades das pessoas, o que elas pensam. Entrevistas e informativos também me agradam. As reportagens que abordam a internet sempre me atraem. Eu, como pai, gosto de saber o que se passa na mente dos jovens ou o que eles estão vivendo. Assim sendo, a FOLHA é uma aliada nessa aproximação’’.
  Não diferente de Octávio, Romana centra suas atenções nos diversos conteúdos estampados diariamente pela FOLHA. ‘‘A FOLHA faz parte de nossa mesa do café-da-manhã. Tanto eu como o Octávio e nossos filhos lemos e comentamos os assuntos em pauta, no dia’’, revela Romana, que tem, como predileções, o caderno Cidades e a Folha 2. ‘‘Às sextas-feiras, a Folha da Sexta também é leitura obrigatória. Notícias locais e entretenimento são as áreas que mais gosto de acompanhar’’.
  Recentemente à frente da Diretoria Social da Sociedade Rural do Paraná (SRP), Romana acabava, por conta das atividades que exercia – a maioria, voltadas à filantropia –, aparecendo nas páginas da FOLHA. ‘‘A repercussão é tão grande que, às vezes, perdemos noção do alcance. Um exemplo: em recente feriado, estávamos em nossa fazenda, que fica na região de Assis Chateaubriand e Toledo, e o pessoal guardou o jornal com uma matéria em que aparecíamos. Isso mostra a amplitude que a Folha de Londrina tem’’, comenta.
  Segundo Romana, o balanço principal da exposição é mais do que positivo. ‘‘Obtivemos êxito em todos os eventos promovidos, com dividendos revertidos à Rural Solidária. A FOLHA foi e é parceira importantíssima na divulgação dessas atividades, uma vez que, com credibilidade e transparência, conseguimos mobilizar população e empresariado’’.
  Entre Esportes, Cidades, Opinião, Política, Mundo, Carro & Cia e demais editorias, o clã Piazzalunga Cesário Pereira entrega: a relação com a FOLHA promete se perpetuar por gerações e gerações. E a família deixa a dica: ‘‘Pais que lêem e se informam têm tendência a criar filhos com o mesmo hábito. O exemplo desperta interesse e a sede de informação’’. (T.N.)

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