Guarda Municipal cobra mais poder para fiscalizar
Responsável por cuidar do patrimônio público nos parques da cidade, a Guarda Municipal pede mais poder para autuações e fiscalização. Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do Paraná, Marcelo Peruchi, um trabalho mais aprofundado já foi feito no Parque Náutico do Iguaçu, mas foi interrompido em maio de 2005, quando a ação dos guardas foi contestada, já que eles não têm poder de polícia. ''Nós sempre temos que chamar o BPtran e a Diretran para resolver as situações que podiam ser resolvidas pela própria guarda. Quando tentamos fazer isso sofremos punição e estamos respondendo um processo administrativo até hoje'', relata.
Segundo Peruchi, uma das reivindicações da Guarda Municipal é a de que seja feito um decreto, pelo prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), autorizando a aplicação de multas e conferindo à Guarda ''poder de polícia'', para a proteção da população. ''No caso do Parque Náutico, nossa maior preocupação é a de um atropelamento nos horários mais críticos. Mas alguns guardas ficam até com receio de agir e ter que responder a um processo administrativo, como já aconteceu'', relembra.
De acordo com o superintendente de Obras e Serviços da Secretaria do Meio Ambiente, Paulo Dalmaz, a atribuição da Guarda Municipal é exclusiva para o patrimônio e, para outras ações, é imprescindível a participação conjunta da Diretran e da Polícia Militar.





