As universidades são o berço da inovação. Foi com este pensamento que a Feira Eletromecânica e Construção Civil deu origem, há quatro anos, ao Prêmio Caixa de Projetos Inovadores. Este ano, o prêmio que revela talentos nos dois setores e lança para o mercado soluções criativas para problemas do setor produtivo, se tornou nacional.

Foram aceitos 14 projetos vindos de instituições de ensino superior de sete Estados: Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, além do Distrito Federal.

Os três finalistas já foram escolhidos, e o primeiro colocado será revelado durante a feira. Disputam o primeiro lugar os projetos ‘‘Controle de cadeira de rodas motorizada através da movimentação cervical’’, da Universidade de Caxias do Sul (RS), ‘‘Eko-Bloco: artefatos de cimento confeccionados com resíduos de construção e demolição (RCD)’’, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (MT) e ‘‘Utilização de Geossintéticos como reforço e estradas não pavimentadas: influência do tipo de reforço e do material de aterro’’, da Universidade de Brasília (Unb).

Patrocinado pela Caixa Econômica Federal, o prêmio em dinheiro será dado aos três projetos finalistas, que ficarão expostos durante a feira. O primeiro colocado ganha R$ 10 mil, o segundo R$ 5 mil e o terceiro R$ 3 mil.

A votação será guiada por um grupo de 30 empresários e especialistas Walter Orsi, presidente do Sindimetal Londrina e idealizador do prêmio conta que o intuito, desde o início, era aproximar o trabalho gerado no meio acadêmico do setor produtivo na indústria. E entre os principais requisitos para a escolha dos finalistas está, justamente, a aplicabilidade dos projetos na indústria.

Leia a reportagem completa de Mie Francine Chiba, em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.


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