Fotos como arma de vendas agitam as grifes
Quem entrar numa das lojas da curitibana Sexxes poderá constatar a força que os catálogos de moda exercem no dia-a-dia da marca. Nossas vendedoras estão instruídas para utilizá-los na hora de sugerir as vendas, como apoio, conta o proprietário Alcione Gabardo Jr.
As peças não ficam tão boas quando estão soltas, justifica. Ele considera que tenha valido a pena gastar R$ 13 mil na confecção de sete mil exemplares do catálogo, não apenas com a função de instrumento de vendas. Foi uma iniciativa que fortaleceu a marca, projetando-a em todo o Brasil.
Ele comentou, entretanto, a dificuldade em elaborar o catálogo em Curitiba, sem recorrer a grandes centros. Se tivéssemos feito em São Paulo, por exemplo, o preço seria menor e teríamos um mercado com maiores ofertas de mão-deobra, acredita. Em Curitiba, as pessoas não percebem que um catálogo de moda desta qualidade é uma vitrine para os profissionais.
Apesar disto, o produto foi totalmente elaborado aqui. Acho importante valorizar o que é nosso, gostaria de ajudar a reverter esta situação, afirma o empresário. Para comprovar, ele avisa que o catálogo de inverno já tem data certa para sair e será elaborado por profissionais curitibanos.





