Folha na rede - www.folhaweb. com.br
Chiara Papali
Especial para a Folha
A Folha está disponível aos leitores via internet desde dezembro de 1996. No site da Folha (http://www.folhaweb.com.br) é possível encontrar o mesmo conteúdo editorial do jornal, como no de papel, com a vantagem de se ter acesso às últimas notícias on line. A internet causou uma grande revolução cultural neste século e a Folha está integrada com estas mudanças. O jornal deixa de ser só paranaense para ser um veículo mundial, podendo ser acessado tanto em Nova York como no Japão, explica o vice-presidente do conselho de administração da Folha, Germano Vieira.
O site, que tem uma média de 500 mil page views (páginas visitadas) por mês, conta com um link com as últimas notícias
atualizadas no mesmo momento que chegam das agências à redação. A Folha na rede ainda oferece outros atrativos para interagir com seu web-leitor.
Durante a Copa do Mundo no ano passado, por exemplo, o caderno especial Folha da Copa era atualizado a cada jogo e os leitores podiam escalar sua própria seleção além de dar notas para os jogadores. Também é possível se cadastrar no site e receber diariamente por e-mail as principais manchetes dos cadernos.
A página na rede promove enquetes, perguntando aos leitores o que eles pensam dos principais assuntos noticiados no momento. A cada semana, normalmente, uma pergunta é lançada no site e os leitores são convidados a opinar. É uma maneira de a Folha ter um contato direto, próximo e mais rápido com seu leitor, usando isto inclusive para dar um direcionamento editorial para o jornal, afirma Germano Vieira. O retorno das enquetes é muito significativo, segundo o gerente de informática Renato Ferraz Dias. Em média, 15 pessoas por dia respondem às perguntas, diz.
Os web-leitores também podem dar sua opinião sobre as matérias no link Dê sua opinião, além de poder acessar o que os outros leitores escreveram. Renato Dias informa que, em média, 30 pessoas por dia enviam e-mails sobre o que acharam das matérias.
Outro serviço oferecido pelo site é o de procura de notícias. A busca pode ser feita por palavras-chave, por seções ou por data. Assim, o leitor tem acesso a todas as matérias veiculadas no site desde 1996, quando foi inaugurado. O estudante e professor de inglês, Guilherme Henrique Costa, de 21 anos, acessa diariamente a internet e diz que costuma entrar no site da Folha principalmente para fazer pesquisas. O sistema é muito prático e simples de usar, conta. Na internet ele frequenta chats e vários sites de outros jornais do Brasil. O da Folha é um dos melhores sites de jornal do país, por sua simplicidade visual, pelo sistema de procura de matérias e por permitir o envio de matérias para outras pessoas, afirma.
O sistema para enviar matérias é simples se você leu, gostou e quer mandar para alguém, basta clicar num link chamado Envie esta matéria a um amigo, cadastrar-se e o texto chegará via e-mail para seu amigo, com a vantagem de que ele fica sabendo quem mandou a mensagem.
O funcionário público, Reginaldo dos Santos, de 34 anos, é outro fã do site: Todos os dias leio a Folha pelo computador no meu local de trabalho. Eu acesso primeiro as notícias de Londrina e depois de Curitiba e das outras cidades, até ler o jornal todo, conta. E às vezes até imprimo alguma matéria que me interessou mais para levar para casa.
Os classificados que saem no jornal de papel permanecem na internet durante cinco dias e são responsáveis por 100 mil page views (páginas vistas) por mês. Além disso, no link Comercial o usuário pode ter acesso a modelos de anúncios e à tabela de preços.
Pela internet, o leitor da Folha pode, entre outras coisas, encontrar informações sobre cotação das principais moedas ou programar o final de semana. No link Lazer ele encontra a programação dos cinemas de Londrina, Curitiba, Maringá, Ibiporã, Apucarana, Guarapuava e Foz do Iguaçu.
Além disso, uma série de novidades está sendo preparada para o site do jornal nesta virada de milênio. Por enquanto é segredo. Mas os leitores e assinantes do jornal só terão a ganhar com a fidelidade, comenta o editor adjunto Nelson Capucho.





