As Feiras Orgânicas de Curitiba estão com novo visual e um espaço maior na cidade para comercialização dos produtos. São 35 novas barracas, que protegem melhor os alimentos e facilitam a circulação dos fregueses. Além disso, foram abertos mais dois pontos de venda nos bairros Cabral e Champagnat. Com os novos locais, a cidade passa a contar com oito pontos de comercialização de alimentos livres de aditivos químicos.
As novas barracas mantêm o tradicional bambu como elemento principal, mas o modelo agrega também funções de higiene, organização e praticidade. Esta é a primeira vez, desde a instalação das feiras orgânicas na capital, há 15 anos, que as barracas são substituídas.
Outra vantagem é o aumento no diâmetro do toldo, que garante maior proteção a quem está do lado de fora e aos alimentos. O acréscimo de duas hastes assegura o escoamento da chuva. A área de exposição dos produtos ficou maior, melhorando a disposição e apresentação dos produtos.
Além de melhorar a aparência, a estrutura também facilita o contato entre consumidor e feirante. As barracas têm ainda um depósito de água, com pia e torneira, que facilitam a higiene dos feirantes. ''É um modelo mais funcional tanto para os frequentadores como para os produtores'', afirma o secretário municipal do Abastecimento, Norberto Ortigara.
O projeto e a fabricação das barracas foram custeados pela Secretaria do Abastecimento, que gerencia as feiras orgânicas na cidade, e Ministério do Desenvolvimento Agrário. Além dos pontos tradicionais, como Passeio Público e Jardim Botânico, começaram a funcionar na última semana as feiras do Cabral, na praça em frente à igreja, às quintas-feiras, das 7 às 12 horas; e no Champagnat, na praça da Ucrânia, aberta aos sábados, também das 7 às 12 horas.

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