A oferta do governo do Estado de abrir financiamentos para empresas interessadas em ser acionistas da Renault foi um dos fatores determinantes para a escolha do Paraná. A participação acionária prevista na época foi de 40% do investimento total da multinacional, estimado em US$ 1 bilhão.
Segundo a secretaria de Estado do Planejamento, a existência do FDE ‘‘desequilibrou’’ em favor do Paraná, pois nenhum outro Estado teve uma proposta que agradasse tanto a Renault. Além disso, o Estado foi o único com um fundo disponível. Apenas o governo do Rio Grande do Sul propôs a liberação de financiamentos para empresas interessadas em ser acionistas da Renault no Brasil. Mas não tinha um fundo como o do Paraná.
Um grupo de empresários formou um pool e está investindo na montadora. O governo entrou como agente financiador para as empresas. O FDE dispunha de R$ 1,3 bilhão para emprestar a quem tivesse interesse em se associar com a Renault. A montadora exigiu que o local para instalação da fábrica fosse livre de poluição ambiental. Depois de sobrevoar a área, os diretores da multinacional optaram por São José dos Pinhais.

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