Fazenda Rio Grande terá Farmácia Popular
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 03 de outubro de 2007
Equipe da Folha 
Está prevista para os próximos dias a inauguração da Farmácia Popular de Fazenda Rio Grande, resultado da parceria entre a prefeitura, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério da Saúde. A Farmácia Popular proporciona à população uma alternativa de acesso mais barato a medicamentos, com preços inferiores aos praticados no mercado em geral.
Segundo informa, por meio da assessoria de imprensa, a coordenadora local do projeto, a farmacêutica Isabel Cristina Carelli, a estrutura está pronta, o que falta é treinar os profissionais que vão atuar no local. Os descontos vão de 50% a 90% e valem inclusive para os remédios genéricos. ''Acredito que o movimento da Farmácia Popular vai ser grande, tendo em vista que muitas pessoas de Fazenda Rio Grande utilizavam a Farmácia Popular de Curitiba para comprar remédios mais baratos'', avalia Ana Márcia Vieira Toledo, farmacêutica responsável técnica da Farmácia Popular de Fazenda Rio Grande.
A unidade funcionará ao lado do Hospital Municipal e do Pronto Atendimento 24 horas. A Farmácia dispõe de sala de recepção, sala de atenção farmacêutica, três guichês para atendimento, caixa, salas administrativas, sala de psicotrópicos, sala de fracionamento, estoque e dois banheiros. A equipe será composta por dois farmacêuticos, um contador e cinco assistentes administrativos.
Hoje o programa facilita o acesso a uma lista de 94 medicamentos classificados como essenciais, além do preservativo masculino. Os mais beneficiados são cidadãos que sofrem com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e problemas gástricos. Um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde afirma que oito dos dez medicamentos mais procurados pela população, estão relacionados a esses problemas.
Serviço
- Para adquirir medicamentos na Farmácia Popular de Fazenda Rio Grande é preciso apresentar receita assinada por profissional de saúde da rede pública ou particular, além do CPF. A receita médica é aceita desde que emitida há, no máximo, 180 dias.


