Farmácia Básica ataca várias doenças
Para controlar, minimizar ou curar doenças de diversas origens no Paraná foi feito um plano estratégico de distribuição de medicamentos, do qual participaram representantes do Conselho Regional de Farmácia, Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos, Universidade Federal do Paraná, universidades estaduais de Londrina, Maringá e Ponta Grossa, Instituto de Tecnologia do Paraná, Associação de Secretarias Municipais de Saúde, secretarias municipais de Curitiba e Campo Largo, além de representantes de unidades do Instituto de Saúde do Paraná, todos sob a coordenação do diretor geral do Centro de Medicamentos do Paraná, Michele Caputo Neto. Eles criaram a já conhecida Farmácia Básica, em abril de 1995.
A Farmácia Básica acabou com o fisiologismo na distribuição dos medicamentos. O Cemepar selecionou e estabeleceu as quantidades necessárias de remédios para abastecimento da rede hospitalar, centros regionais de especialidades e postos de saúde, depois de levantamentos feitos pelos municípios e com a colaboração de todos, explica Caputo. A Farmácia Básica distribui 40 tipos de medicamentos.
São distribuídas 1.301 cotas a cada trimestre, no valor de R$ 3,2 milhões. Cada remessa - o programa já está na décima - pesa mais de 200 toneladas e o município tem que apresentar condições adequadas para armazenamento de sua cota, comprovar o uso do medicamento na rede pública e ter cuidados com a sua prescrição.
Recentemente, com a campanha de Controle da Hipertensão, a Farmácia Básica incorporou medicamentos para a doença. Só na primeira remessa os municípios da região de Maringá receberam 1,5 milhão de unidades dos cinco remédios que integram o tratamento, quantidade suficiente para atender os 10 mil pacientes cadastrados na região.





