Estar em Israel salvou americana
Israel é um lugar perigoso? Não para a americana Marilyn Cranney. Advogada da Morgan Stanley, ela trabalhava no 70º andar da Torre 2 do World Trade Center, decepada por um dos aviões usados no ataque de terça-feira. Se fosse um dia como outro, Marilyn estaria morta: ela chega ao trabalho às 8h30 e os aviões bateram nas torres às 8h48 e às 9h06. A advogada, no entanto, estava em Israel, participando de trabalho voluntário das Comunidades Judaicas Unidas, numa missão que reúne 530 americanos. ''Isso mostra que não se deve ter medo de vir aqui'', disse Marilyn, entre abalada e aliviada, ao jornal Jerusalem Post.
Em contrapartida, centenas de israelenses foram dados como desaparecidos depois do ataque.





