Criada para atender a expansão do mercado imobiliário e com o objetivo de suprir a falta de mão de obra gerada pelo crescimento do setor, a Escola da Construção Plaenge nasceu de uma parceria entre a construtora e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
A escola teve início há dois anos e está localizada na Gleba Palhano (Zona Sul). Inicialmente, 12 alunos participaram do curso, que enfocou formação de pedreiro, assentador e rebocador. Do início de suas atividades até hoje, a escola já formou mais de 50 profissionais, que receberam o certificado do Senai. Os cursos são gratuitos, com aulas diárias das 18 às 21 horas. A carga horária varia conforme o curso e as aulas são teóricas e práticas.
''O mercado exige cada vez mais que as empresas se preocupem com o conhecimento de seus funcionários. Então surgiu a ideia de montar um local para oferecer qualificação e formação para quem deseja ingressar na construção civil'', conta a gerente de Recursos Humanos Luciana Siqueira. Ela explica que a escola tem uma programação que atende a demanda interna da Plaenge e também oferece cursos de formação aberto à comunidade.
De acordo com o coordenador de educação do Senai, Roberto Oliveira, os resultados obtidos pela escola são altamente positivos. ''O mercado está aquecido e cada vez mais atrativo. Com o passar dos anos, a carência de mão de obra vai sendo suprida através de treinamentos executados'', conclui Oliveira. Além disso, também está sendo investido na formação de mulheres, com iniciação para azulejista.
Segundo Luciana Siqueira, cada vez mais as mulheres ganham espaço em diferentes atuações no mercado de trabalho. ''Na construção civil não tem sido diferente. Especificamente, atuar como azulejista exige cuidado, atenção a detalhes e muito esmero. Ou seja, é uma atividade apropriada para as mulheres'', aponta ela. ''As experiências que tivemos com mulheres exercendo este tipo de atividade foram muito positivas'', avalia. (Reportagem Local)

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