Segundo o empresário Flávio Miyasaki, o painel ganha, a cada dia, novos usuários. Em Londrina, são 28 os estabelecimentos que já mantêm um painel. Maringá, com oito, o interior paulista e, mais recentemente, Curitiba e Camboriú, estrearam o garçom automático. ''Em Londrina, o mercado é mais fechado. No entanto, o negócio é próspero e o objetivo é crescer mais e fincar estacas no interior do Brasil''.
Não é somente no tempo de intervalo de cada toque que a novidade nipônica leva o ''jeitinho nacional''. Até no quadro de usuários o garçom automático, que é instalado, primeiramente, em período de testes, revela-se democrático. ''Temos uma fábrica de lingerie que instalou o garçom em sua área de produção. Agora, acabou a linha, a costureira já aciona o painel, sendo prontamente atendida. Ganha-se na produtividade'', reforça Miyasaki.
Hospitais e clínicas também se renderam ao garçom mais do que eletrônico. ''No caso dos hospitais, outra vantagem é que não há a necessidade de quebrar paredes, pelo fato de ser tudo sem fio. Nas clínicas, os médicos têm os comandos um e dois. Cada um emite uma senha e um som nos quais o médico chama a recepcionista ou o paciente. Telefone, para isso, nunca mais''.(T.N.)

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