‘‘A confissão coletiva poderia continuar em casos especiais, como comemorações da Sexta-feira Santa, quando não há tempo para atender todos os fiéis. Mas isso não pode acontecer sempre, já que é um ato particular’’.
Maria das Graças da Silva, 35 anos, religiosa


‘‘Concordo com a decisão. A confissão é um ato individual, uma conversa da pessoa com o representante de Deus. O confessionário
está aí para isso’’.
João Soares Caldas, 80 anos, advogado


‘‘Qualquer prática cristã é bem-vinda e o católico deve participar. Eu, por exemplo, moro na zona rural e posso, um dia, não ter tempo para me confessar. O que importa, na realidade, é a consciência da pessoa diante de Deus’’.
Maria Estanes Castoudo, 53 anos, dona-de-casa

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