Elementos de música, ioga e tai chi chuan
Autoconhecimento, essência. É isso que as pessoas procuram na Técnica Milena Morozowicz. Ela vai chegar à sua essência. Ela terá dois respaldos: vai se ver internamente e terá uma visão diferente de si mesma. E depois terá uma visão externa. A partir disso vamos fazendo a leitura corporal, explica.
Milena se cerca de elementos que a permitam expandir seu campo de trabalho. O elemento música é muito forte no meu trabalho, pois estudei muito esta área. Hoje eu sei que som posso usar para ajudar a trazer determinado movimento, determinada emoção. Até uma catarse, diz.
Ela comenta que não é todo mundo que consegue se soltar. Depende da condição da pessoa. De quanto ela está carregada, fechada. Milena explica que estas pessoas que não chegam a lugar nenhum, são mais fechadas, por muitas situações em sua vida. São pessoas quem têm limites e que vão chegar a um ponto de conhecimento ao qual ela está apta a chegar, diz. No entanto, isso não significa frustação. Acontece duas coisas: as pessoas que que não encontram sua sintonia fina têm um bloqueio muito grande, vão embora e não voltam mais. E algumas pessoas, embora eu ache que tenham tido pouca evolução, insistem e continuam. E até chegam a dizer que aquilo está, de alguma forma, ajudando.
Ao mesmo tempo que sua técnica não tem nenhuma ligação com o tai chi chuan, a ioga e a psicologia, a TMM está muito próxima delas. Milena trabalha no limite, ou seja termina onde começa a ioga, o tai chi, a psicologia, a fisioterapia.
A TMM foi bastante codificada. A TMM é diferente do tai chi e da ioga, mas buscam a mesma coisa. A meditação está sempre ligada a um movimento, ao contrário da ioga. Através da meditação com movimento, o indivíduo começa a se desbloquear, a sentir o espaço à sua volta. Ela diz que se o problema parece patológico, caso de psico, de fisioterapia, de medicina, imediatamente é encaminhada para o profissional.





