Edifício que gira é atração
Em 2004, o Mossunguê ganhou um atrativo deveras curioso: o primeiro edifício giratório do mundo. Na época, o Suíte Vollard, como foi batizado, causou grande alvoroço na imprensa e no mercado imobiliário realizando giros de 360 graus para qualquer lado, independente dos outros apartamentos, utilizando para isso pouquíssima energia elétrica (a mesma de uma banheira de hidromassagem). Este também foi o primeiro loft de Curitiba.
A Moro, construtora responsável pela obra, oferecia um dos 11 apartamentos (um por andar) por U$ 300 mil, cifra que em épocas passadas chegava próxima a R$ 1 milhão. Segundo o ''pai'' da idéia, o arquiteto Bruno de Franco, desde que foi construído, o Suíte Vollard nunca foi ocupado por nenhum morador. Hoje, o edifício transformou-se em um protótipo para demonstração do sistema de rotação, que segundo Franco está sendo patenteado em outros países. ''É um edifício conceito'', afirma o arquiteto.
O nome do prédio foi inspirado em uma exposição homônima do pintor Picasso patrocinada pela Moro. Segundo Bruno, ''Suíte'' em francês significa sequência, enquanto que ''Vollard'' era o nome do marchand de Picasso na época. (A.A.)





