Segundo Geraldo Berger, diretor de Regulamentação da Monsanto, "o aumento de produção para suprir a crescente demanda por alimentos e a preservação do meio ambiente passa pelo desenvolvimento de tecnologias no campo, como a biotecnologia, além do aperfeiçoamento de práticas agrícolas".
Berguer menciona um estudo feito para a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), que revela que a adoção de sementes geneticamente modificadas (soja, milho e algodão) proporcionou economia de 21,2 bilhões de litros de água.
O comparativo foi feito entre as safras de 1996/97 e a de 2011/12. A emissão de CO2 foi reduzida em 468,4 mil toneladas, o que equivale à preservação de 3,5 milhões de árvores.

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