É tudo muito lógico, diz estudante
Curitiba A cada 10 pessoas que ouvem falar sobre esperanto, só uma sabe o que é. E essa pessoa pergunta: Para que serve isso?. A declaração é da estudante de Estatística Mônica Bastos, 22 anos, que na última semana de agosto teve sua primeira aula de esperanto no Celin da UFPR.
Mônica soube do esperanto através do noivo e ficou curiosa para saber mais. Assim como ela, os estudantes de Engenharia Elétrica Tiago Andrei Adamczevski, 21 anos, e Walter Godefroid, 22, não conheciam a ampla rede de contatos alimentada por esperantistas até ingressar no curso do Celin.
Hoje, os dois colegas, que estão no nível 2 do curso, acreditam que o esperanto pode ser uma ferramenta eficiente para se comunicar com o mundo. O idioma ajuda a fazer a ponte. Pode ser usado para viajar para fora do País, ou receber alguém, enfim, fazer contatos, diz Walter.
Ele e Tiago apontam que a estrutura do esperanto é fácil de ser assimilada. É tudo muito lógico. As coisas se encaixam, explica Tiago. Há um conjunto de regras, é só aplicá-las e elas funcionam perfeitamente. Parece coisa de engenheiro, complementa Walter. (F.G.)





