Apesar dos imprevistos no início da colonização – a depressão econômica causada pela quebra da Bolsa de Nova York em 1929, as revoluções de 30 e 32 e até uma proibição de plantio de café –, em pouco mais 10 anos houve a transformação do "latifúndio, de riqueza latente, em uma admirável e invejável Canaã de riqueza potencial", traduziu o engenheiro Aristides de Souza Mello.

Caracterizou-se pela "subdivisão em pequenas propriedades com uma média absoluta de 12,1 alqueires por comprador atualizada em julho de 1944", informou Mello, então diretor técnico da Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP).

E reunindo, naquele ano, pioneiros de 33 nacionalidades, conforme o "censo" exigido pelo Ministério da Agricultura.

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Imagem ilustrativa da imagem Do latifúndio para a nova 'Capital do Café'

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