Porto Alegre - A presidente Dilma Rousseff votou na manhã de ontem em Porto Alegre e não quis revelar qual seu candidato na capital gaúcha. Não teve problema, no entanto, em admitir que, se votasse em São Paulo, seu escolhido seria o petista Fernando Haddad, ex-ministro da Educação, que foi para o segundo turno.
''Vamos combinar, gente, o voto é secreto. Eu sou presidente, mas aqui estou exercendo a minha condição de cidadã. Vocês têm de entender uma coisa: aqui os três candidatos são da minha base'', disse a presidente ao sair da Escola Estadual Santos Dumont, onde vota. Perguntada sobre a eleição em São Paulo, respondeu: ''Eu não voto em São Paulo. Mas eu votaria no Haddad''.
Dentro da seção, Dilma parou para cumprimentar quem a esperava. Distribuiu beijos e abraços, respondeu a perguntas e até deu autógrafos. No entanto, enquanto votava, a seção ficou fechada - e pessoas reclamaram do lado de fora.
A presidente votou rapidamente. Depois, parou para passar à imprensa o que chamou de ''mensagem ao Brasil'', destacando que hoje o Brasil é uma ''democracia estável, com regras e respeito aos direitos das pessoas''.

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