1 - Londrina - Nova Londrina
  A primeira estrada pedagiada do roteiro é a BR-369, trecho sob concessão da Viapar. A praça de Arapongas fica a poucos quilômetro do Centro de Londrina e o custo é de R$ 4,40 para carros. A pista é dupla, sem canteiro central. No entanto, o acostamento é estreito e praticamente não comporta um carro popular com segurança.
  Na praça de Mandaguari, BR-376, o valor é o mesmo. Após o trevo para Umuarama, a pista volta a ser dupla, agora com canteiro central. A sinalização de boa qualidade contrasta com irregularidades no asfalto. No trevo de Mandaguaçu, novamente pista simples. Não há terceira faixa, nem nos trechos de subida.
  Mesmo assim, o motorista percebe logo o aviso do pedágio da Presidente Castelo Branco: R$ 6,00 para carros. Pouco depois, no trevo de Floraí, o número de remendos na pista impressiona. O resultado é turbulência durante a viagem. A maior parte do trecho até Nova Londrina possui terceira faixa nas subidas.

2 - Maringá - Cascavel
  O destino agora é a Rodovia Avelino Piacentini, a PR-317, início do trecho de Maringá a Foz do Iguaçu. Como todas as praças fazem a cobrança nos dois sentidos, é necessário pagar novamente o pedágio da Presidente Castelo Branco (R$ 6,00).
  Nesta estrada, o asfalto já é de melhor qualidade e existe mureta de proteção entre as pistas duplas. Há recapeamento e pintura novos na altura do trevo de Ivatuba.
  Em Floresta, o pedágio custa R$ 6,60. Na seqüência, a primeira obra de vulto: a ampliação da ponte sobre o Rio Ivaí.
  Após a passagem pelo contorno de Campo Mourão, retomamos a BR-369. Placas indicando telefone de emergência são constantes. Os pedágios de Campo Mourão e Corbélia custam R$ 6,60 cada. O trecho tem asfalto sem buracos e com poucas turbulências. Há obras de restauração em três quilômetros dessa pista. Depois da praça de Corbélia, há muitas faixas contínuas e pouquíssimas adicionais.
  A chegada a Cascavel mostra um problema comum de vias rápidas em trechos urbanos. Pedestres e ciclistas arriscam-se no asfalto, mesmo com a existência de passarela. Já o entroncamento das rodovias BR-369 e Engenheiro Tasso da Costa Rodrigues, a BR-277, é um dos mais complicados de todo o percurso, em especial pelo intenso movimento de caminhões.

3 - Cascavel - Foz do Iguaçu
  Este é o último ponto sob responsabilidade da Viapar e início do trecho até Foz do Iguaçu, da concessionária Rodovia das Cataratas. Até a cidade das três fronteiras são mais duas praças, que representam custo de R$ 12,40.
  Antes de atingir a praça de Céu Azul, há propaganda de obras de duplicação feitas no trecho da Serra do Mico. Na cancela: R$ 5,40. A pista, após o limite entre Matelândia e Medianeira, é dupla e de boa qualidade.
  Na praça de São Miguel do Iguaçu, a tarifa custa R$ 7,00. Os 25 quilômetros até Foz são de pista dupla, com canteiro central e boa sinalização.

4 - Cascavel - Guarapuava
  A terceira praça de pedágio da BR-277, também da Rodovia das Cataratas, fica em Cascavel e custa R$ 5,80 para carros. Há trechos fresados, que aumentam a aderência ao asfalto. A reclamação dos usuários é sobre o número insuficiente de terceiras faixas.
  A seguinte fica em Laranjeiras do Sul e também custa R$ 5,80. A sinalização é excelente, principalmente em curvas perigosas. Na praça de Candói, o custo é de R$ 5,80.

5 - Guarapuava - Porto Amazonas
  Ainda na BR-277, a primeira praça de pedágio da concessionária Caminhos do Paraná fica em Relógio, cujo valor é R$ 6,40. A maior parte dos trechos é de pista simples, especialmente na Serra da Esperança.
  Na praça de Irati, o custo é de R$ 5,60. O que chama a atenção é a caixa de desaceleração situada ao lado das cancelas, que ‘‘deve ser usada’’ por caminhoneiros que fiquem sem freio. É a prova de que, como alguns profissionais apontam, a praça de cobrança está em local inadequado.
  Em Porto Amazonas fica a única praça da Caminhos do Paraná na BR-277, com custo de R$ 6,40. Mesmo perto da cancela, há falhas nos olhos de gatos. A partir da cidade até o entroncamento com a BR-376, as condições do asfalto e sinalização são melhores.

6 - Porto Amazonas - Curitiba
  A partir do entroncamento entre as rodovias BR-277 e BR-376, o trecho é da Rodonorte. Depois de oito quilômetros, a única praça até Curitiba é São Luís do Purunã, que custa R$ 4,70. O trecho é de pista dupla, com asfalto de boa qualidade e canteiro central.

7 - Curitiba - Lapa
  A BR-476 é uma das principais vias de acesso da Capital ao Sul do Estado e a Santa Catarina. Logo após o trecho urbano de Araucária, inicia-se a concessão da Caminhos do Paraná até a Lapa. Até o limite com Contenda, há pistas simples e terceira faixa. Depois disso, um dos trechos com asfalto de pior qualidade em todo o Estado. Não há buracos, mas ondulações na pista. O acostamento também é precário.
  Na praça da Lapa, o valor é de R$ 6,40. A concessionária cuida também da Rodovia Deputado Olívio Belich, a PR-427. São 42 quilômetros de pista simples e estreita, onde os pedestres têm de disputar espaço com caminhões e carros. Praticamente não há pontos de ultrapassagem. A concessão termina em poucos quilômetros.

6 - Curitiba - Paranaguá
  Uma das principais vias de acesso ao litoral, a BR-277, entre Curitiba e Paranaguá, é uma das melhores estradas do Estado. Para passar pela praça Caminho do Mar, o preço é R$ 10,60, o valor mais alto do Estado. Um caminhão de sete eixos, por exemplo, chega a pagar R$ 62,30. O trecho é de pista dupla, ora com mureta, ora com canteiro central.
  A Ecovia cuida também de trecho da Rodovia Engenheiro Argus Thá Heyn, a PR-407, saindo de Paranaguá, com destino a Matinhos. A maior parte é de pista simples, com acostamento em bom estado.

8 - Curitiba - Ponta Grossa
  O trecho conta com duas praças de pedágio: São Luís do Purunã e Witmarsum, ambas na BR-376 e da Rodonorte. Os preços são respectivamente de R$ 4,70 e R$ 6,60, com estrada de boa qualidade.

9 - Ponta Grossa - Jaguariaíva
  Perto de 110 quilômetros da PR-151 separam Ponta Grossa de Jaguariaíva. Até Castro, a pista é dupla e com canteiro central. O asfalto é de boa qualidade. A cidade de Carambeí fica às margens da movimentada estrada. Nas proximidades, há diversos trechos remendados.
  Na praça de Carambeí, o preço é R$ 5,50. Após a passagem por Piraí do Sul, a pista volta a ser simples, com trechos de terceira faixa. Obras recentes acabaram com os buracos que existiam no trecho, mas o motorista e passageiros ainda podem sentir a trepidação dos veículos.
  A praça de Jaguariaíva fica pouco antes do final do trecho de concessão. O custo é de R$ 4,20. São dois locais de cobrança em pouco mais de 100 quilômetros concessionados da PR-151.

10 - Ponta Grossa - Relógio
  O entroncamento da PR-151 com a BR-373 marca também o final do trecho de concessão da Rodonorte e o reinício da Caminhos do Paraná. A ligação entre Ponta Grossa e Relógio é responsabilidade da Caminhos. A pista é simples com ondulações e acostamento em apenas um lado, em grande parte da estrada.
  Na praça de Imbituva, carros pagam R$ 5,60. Em Guamiranga, a qualidade melhora um pouco, mas não persiste até o final do trecho de concessão, em Relógio.

11 - Ponta Grossa - Londrina
  Entre Ponta Grossa e Apucarana, a pista é simples, com terceira faixa e sinalização vertical e horizontal, inclusive olhos-de-gato, de boa qualidade. O trecho da BR-376 é da Rodonorte.
  A primeira praça é a de Tibagi, cujo preço é R$ 6,20. Trechos de curvas perigosas são duplicados. Antes de Apucarana, mais duas praças: Imbaú e Mauá da Serra, que também custam R$ 6,20.
  Após o limite entre Ortigueira e Mauá da Serra, a pista na Serra do Cadeado é dupla e com canteiro central. Em Califórnia, volta-se para a BR-369 e é retomada a concessão da Viapar até Apucarana. Depois, a pista até Londrina é dupla e de boa qualidade. Só que no caminho ainda é necessário passar novamente pela praça de Arapongas.

12 - Londrina - Porto Charles Nauffal
  O caminho entre Londrina e a divisa com o Estado de São Paulo pode ser feito pelas rodovias PR-545 e PR-323. O trecho da Econorte conta com subidas com terceira faixa e sinalização de boa qualidade, principalmente nas proximidades da ponte sobre o Rio Tibagi. Perto da praça de Sertaneja, onde o preço é R$ 7,40, a pista é de excelente qualidade.
  A PR-090, caminho alternativo entre Ibiporã e Sertanópolis, também recebe conservação da concessionária. A pista é estreita, praticamente sem acostamento ou pontos de ultrapassagem. Já o Contorno de Ibiporã é novo e não apresenta problemas.

13 - Londrina - Santo Antonio da Platina
  Entre as duas cidades, pelas rodovias BR-369 e BR-153, há duas praças: Jataizinho e Jacarezinho. A praça de Jataizinho é a segunda mais cara do Estado: R$ 8,60 para carros. Diferentemente do trecho supervisionado pela Ecovia no litoral, que mantém o pedágio de preço mais elevado, a pista é simples, com trechos de terceira faixa. Sinalização e pintura são de boa qualidade.
  Em Cambará há uma praça desativada. Depois, em Jacarezinho, a última praça da Econorte. O preço é R$ 7,90. Uma parte da BR-153 também se inclui na malha viária sob responsabilidade da Econorte. No perímetro urbano de Santo Antônio da Platina há passarela e lombadas para facilitar o tráfego de pedestres.

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