Tecnologia ajudará pesquisadores a juntarem as páginas do passado, que estão espalhadas pelo sítio arqueológico de Santo Inácio.
Uma espécie de sonda capaz de captar sinais de metais e outros materiais como ossos e cerâmica está sendo importado dos Estados Unidos pela UEM, com recursos do projeto para criar uma infra-estrutura nas ruínas.
A mesma tecnologia deve ser utilizada para investigar o suposto cemitério indígena num sítio de Mauá da Serra, que começou a ser pesquisado, depois que a Folha convidou uma equipe de arqueólogos do Laboratório de Arqueologia, Etnologia e Etno-História da UEM para conhecer as seis misteriosas pirâmides de pedras, que se erguem numa colina da Serra do Cadeado.
''Com esse equipamento não será necessário fazer perfurações nos sítios arqueológicos para constatar se existe alguma estrutura embaixo da terra. Com isso podemos identificar se existe, por exemplo, calçadas de pedra, ou restos de outras construções'', afirma o professor Lucio Tadeu Mota.
Ele destaque que o trabalho a ser feito com a aquisição do aquipamento é para pelo menos uns 15 anos. ''Precisaremos elaborar um projeto específico para essas novas pesquisas'', avalia Mota.(F.L.)

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