Como estará Londrina em 2020? Esta é uma questão que preocupa a população. Mais ainda os urbanistas, para quem a cidade vive um momento decisivo para a implementação de ações de planejamento que tenham começo, meio e fim e que não corram o risco de interrupção a cada mudança de governo.

A preocupação é pertinente. Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que cidades de porte médio como Londrina - que atraem investimentos, têm variedade de serviços, mercado de trabalho atraente e qualidade de vida - serão os principais polos de convergência populacional desta década.

''Não dá mais para adiar. Precisamos seguir o exemplo de Curitiba e outras grandes cidades, que ao atingir a marca dos 500 mil habitantes começaram a pensar, a partir de critérios técnicos e bem definidos, seu crescimento'', defende o arquiteto e professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Eduardo Suzuki.

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