A maior parte das travestis e transexuais que mora na cidade vieram de fora de Curitiba. São muitas que voltam para casa ou aparecem na Capital a cada mês. Por conta disso existe uma dificuldade em saber dados gerais sobre as profissionais.
No ano passado uma travesti de Curitiba foi morta em São Paulo após se envolver em uma briga. Ela levou uma facada no peito. Como ninguém conhecia a família da vítima, o corpo foi enterrado como indigente. Para evitar problemas como esse, o Grupo Dignidade começará a cadastrar as travestis e transexuais da cidade, com o contato da família. (D.C.)

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