Negócio que gerou muitas dúvidas há cerca de 15 anos, os condomínios horizontais mais distantes do centro da cidade se consolidaram como sucesso de empreendimento. Muito além de um conjunto de casas ou lotes fechados, podem ser comparados a verdadeiros resorts, tamanha a dimensão e grandiosidade da estrutura de lazer disponível. Imensas piscinas com fontes, campos e quadras esportivas oficiais, e até mesmo lagos artificias com peixes. Além disso, alguns dispõem de uma vasta área verde de preservação ambiental permanente (APPs).
Objeto de desejo de muitas famílias, definitivamente, este conceito reforçou uma nova modalidade de moradores ávidos e exigentes por tranquilidade e, sobretudo, qualidade de vida. E, se a distância inicialmente parecia ser um problema, ter um verdadeiro paraíso (com segurança) no quintal de casa, compensaria qualquer deslocamento que, segundo seus idealizadores, tecnicamente, não é tão grande como se fala. Além disso, nos últimos anos, a gama de prestação de serviços que se desenvolveu ao redor veio facilitar ainda mais a vida de quem escolheu morar nesses condomínios.
Pioneiro no ramo em Londrina, Marcos Holzzman, diretor da Teixeira Holzmann, já está em seu oitavo empreendimento residencial aos moldes do urbanismo ambiental e temático somente aqui. Apesar de o primeiro de ter demorado a engrenar e cair no gosto das famílias, os que vieram na sequência foram sucesso de venda imediato. ''As primeiras famílias que se atentaram a esse novo estilo de vida foram, justamente, as que têm consciência de ecologia e saúde'', pontua, acrescentando que as áreas verdes chegam a 600 metros quadrados por habitante, quando o recomendado pelo Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 12 metros.
Os terrenos têm, em média, 500 metros quadrados, dando um total de mais de 12 alqueires (300 mil metros quadrados) de extensão em todo condomínio, que têm entre 180 e 500 unidades. Espaço suficiente para liberdade que, até então, havia sido privada em nome da segurança que, segundo Holzzman, foi um dos argumentos mais utilizados na intensa verticalização de Londrina na década de 80. ''Agora, não é preciso sair do condomínio se não quiser. Toda a área de lazer é concentrada no interior dele. São quadras oficiais, complexos de esporte e relaxamento, além do imenso playground. Tudo com muito paisagismo'', resume.
Reconhecido pela beleza e inovação da família de condomínios Royals, a construtora já prepara a entrega de um luxuoso condomínio que reproduz ambientes de cidades europeias. ''Todo o local foi arquitetado com cenário cenográfico do que há de mais sofisticado. Para se ter uma ideia, o morador terá uma Ilha de Brugres em um lago.'' O tamanho dos terrenos começa em 1,2 mil metros quadrados. Todo o condomínio será abraçado por mais de 100 alqueires (2,4 milhões de metros quadrados) de mata nativa na região Sul.

mockup