Uma grande queixa dos fabricantes de uniformes de Londrina é o ‘leilão’ que os compradores fazem antes da encomenda. ‘‘Ao fazer cotação de preços, os compradores não pegam o preço fechado de cada confecção para optar pelo mais baixo. Eles ficam negociando, jogando o preço do concorrente para ver quem faz mais barato. Aí os confeccionistas vão baixando o máximo que podem para pegar o serviço, mas chega uma hora que se baixar demais você vai trabalhar no prejuízo’’, diz Eliana.
Com relação ao fornecimento de matéria-prima, a Adiil está montando um departamento de compras centralizadas para que as empresas façam compras em conjunto, o que dá maior poder de negociação de prazo e preço. Na Adiil, das 530 empresas associadas que estão na ativa, 35 são de confecção. ‘‘A maior dificuldade para eles é, sem dúvida, não conseguir matéria-prima barata porque compram em pequena quantidade’’, explica a presidente da entidade, Maria Aparecida Stanley. (C.P.)

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