Companheirismo marca ambiente descontraído
O companheirismo e o espírito de brincadeira fazem parte do dia a dia na Regional de Curitiba. Marcos Freitas, repórter de Esporte Amador, é a alma mais brincalhona do terceiro andar, capaz de compor versinhos improvisados para a colega Vânia Casado, repórter de Agribusiness: Vânia Casado, mas que figura/ninguém cobre como ela a agricultura. É com essa integração que os jornalistas trabalham, sempre dividindo momentos descontraídos.á
Coincidências surpreendentes também acontecem. Recentemente, a subeditora da Folha Curitiba, Mariela de Castro Santos, descobriu um verdadeiro clã dentro da Redação, descendente da família Grein, que imigrou da Alemanha para Rio Negro em 1829. Sua bisavó era irmã da bisavó do diagramador Leandro Taques e do bisavô do repórter free-lancer Paulo Grein. Em outro ramo da mesma árvore genealógica, está a repórter de Economia Carmem Murara. A Folha teve, no passado, entre seus profissionais, o jornalista Valmir Grein.
Nos dois andares da Redação, os telefones e computadores não param um minuto. Repórteres e editores trabalham lado a lado em quatro ilhas hexagonais. Na hora do fechamento da edição do dia do caderno Folha Curitiba, com o relógio no encalço, repórteres martelam os teclados enquanto os editores decidem com o diagramador em que página entra cada matéria e escolhem títulos e fotos. Para quem não está acostumado, o ambiente pode parecer caótico e barulhento, e a pergunta mais comum é: Como é que alguém consegue se concentrar no que está fazendo com tanta gente falando em volta?.
Em outro setor os telefones e computadores também são ferramentas indispensáveis: o telemarketing. É ali, em uma sala bem organizada, que 10 operadores (em dois turnos), sob o comando de dois supervisores, fazem contato com futuros assinantes, atendem os atuais e informam sobre preço de assinaturas.
Subindo mais um lance de escadas, está a sala da diretoria administrativa da sede de Curitiba. Na sala de reuniões, são tomadas decisões que envolvem o jornal como empresa, e isso inclui não só aspectos da redação, que produz a matéria-prima da qual o jornal se alimenta, mas também estratégias financeiras e de marketing.
Como ninguém é de ferro, um terraço no alto do prédio, com área coberta e churrasqueira, garante momentos de integração entre as diversas áreas, com happy hours de tempos em tempos. (M.C.S.)





