Fotos de Marcelo Almeida

No Natal, os sonhos mais espetaculares ganham lugar de destaque. Mas o que importa é a família ficar unida


Os meninos Leonardo e Rodrigo curtem sempre a família reunida. Animação é que não falta numa família de sete filhos e 14 netos



Este ano o Natal volta às origens e valoriza o espírito de confraternização muito mais do que uma festa de troca de presentes. Muita gente vai inclusive ter que se contentar com as lembrancinhas. Outros, em receber cartões de Natal. Mas ninguém será esquecido.
As famílias estão procurando dar mais ênfase à presença de todos na ceia de Natal e começam a deixar de lado o tão polêmico consumismo. Famílias numerosas optam pelo ‘amigo secreto’ ou fazem a seleção dos presentes segundo a idade dos parentes.
‘‘Com sete filhos, 16 netos, marido e mãe é impossível dar um presente para cada um e deixar todos contentes’’. Assim, a artista plástica Lillian Schleder Gonçalvez resolveu administrar os presentes de Natal de forma criativa. As cinco filhas, os três netos menores, a mãe e o marido ganham. Ficam de fora os filhos homens, genros e os netos adolescentes.
Com a intenção explícita de não ter surpresas perigosas, Lillian recomenda que não se pergunte a ninguém o que quer receber de presente. ‘‘O importante é estarmos juntos. Mesmos assim sempre tem um ou outro que viaja. Prefiro dar um presente personalizado nos aniversários e são dois por mês, às vezes três’’, contabiliza.

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