A comitiva imperial tem cerca de 100 integrantes, das quais 55 jornalistas. Como a visita não tem caráter comercial, não há empresários no grupo. Dois aviões Jumbo foram mobilizados para a viagem à América do Sul. Num deles viajam o casal imperial e toda a comitiva. O outro vem com material e pessoal de apoio e fica disponível para qualquer eventualidade.
Um esquema de segurança grandioso foi armado. Além dos seguranças pessoais do imperador, o trabalho envolverá as polícias militar e federal.
Uma série de normas deverá ser cumprida durante a visita. A segurança deverá garantir, por exemplo, que se mantenha sempre uma distância protocolar entre o imperador e o grupo de pessoas mais próximo. Para o encontro com a comunidade no Barigui, os portões serão abertos às 10h30 e fechados às 14h45. Todas as pessoas serão revistadas na entrada pela Polícia Militar, que usará detectores de metais.
Ninguém poderá entrar sem o crachá, fornecido antecipadamente pelas entidades que distribuíram os convites. Não será permitido o uso de máquinas fotográficas, filmadoras, binóculos, telefones celulares, garrafas de vidro ou latas de bebidas.
A PM vai mobilizar 410 homens. O trabalho vai envolver o Batalhão de Polícia de Trânsito, a Companhia de Choque, o Regimento de Polícia Montada, e os 12º, 13º e 17º batalhões.
No Hotel Bourbon, onde a comitiva ficará hospedada, grupos de oito policiais militares irão se revezar, mantendo vigilância permanente em frente ao prédio e no corredor da suíte presidencial.
Para o Parque Barigui, o plano de operações da PM prevê 30 policiais na parte externa, oito nas catracas, 10 na entrada do pavilhão, oito fazendo o isolamento da entrada com cordas e quatro nos estacionamentos. (L.A.K.)

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