Começar cedo sem ter hora para terminar
Ele acorda cedo, começa a trabalhar às 7 horas e não tem hora certa para terminar. Desde que se formou, há seis anos, esta tem sido a rotina do médico otorrinolaringologista, Caio Márcio Soares, 30 anos. Além do consultório, ele atua no Hospital de Clínicas e Cajuru, onde chega a realizar 25 cirurgias por mês.
Não sou workaholic. Eu trabalho muito, mas consigo desligar quando chego em casa, acredita Soares. Não tenho aquela neura de trabalho, explica. Ele conta que jamais leva os problemas do dia-a-dia para casa. A profissão do médico convive exclusivamente com os problemas dos outros, não posso deixar que isto interfira na minha vida pessoal.
Soares se formou na Universidade Federal do Paraná e fez residência no Hospital de Clínicas.
Quando o assunto é dinheiro, sua modéstia vem à tona e ele prefere simplesmente não falar. O que ganho é o suficiente para viver bem, resume.
Mais do que bem sucedido profissionalmente, Soares prefere se definir como uma pessoa que luta para estar sempre na vanguarda da medicina, alguém que tem como principal meta estar sempre atualizado.





